A dor , grava-se na carne com a assinatura do outro.
Em pedra escreve-se verdades auto-punitivas, que pune o mesmo, o outro.
O mergulho que se faz a esmo, no vazio. É tudo que resta para gostar.
Mas afoga aquele, o outro...
O silêncio, a mentira , palavras tortas e frases malditas nunca procuram “porquês”.
Não precisam, podem viver por si mesmo, pois alimentam se de nós que somos só.
Que somos só sonhos...
O meu erro é o meu eu
O meu erro é o outro.
Talvez um dia percebamos:
O outro somos nós !
O erro é outro!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário